terça-feira, 23 de novembro de 2010

A própria falta de vontade é recorrente em mim. As coisas passam com um suave aroma de intacto. Soa uma musica gentil nos recantos a que não se chega e, por isso, essa música nunca tocará em ninguém. As coisas que outrora importaram hoje coexistem connosco e, no entanto, não damos por elas, quem sabe seremos sequer ainda capazes de as alcançar. Fala-se de crise.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

No seu sítio mais obscuro e silencioso, as coisas deixam lentamente de ter significado. Quando tudo se complica ainda mais. Não só para mim... para toda a gente. Onde vão os adultos buscar tanta vontade?

A sense

A sense
Firmeza