"Sinto sozinho e nunca aprendi a estar sozinho.Estou sozinho. Sinto falta das palavras. Estu sozinho. Estou sozinho. Sinto falta de uns olhos onde possa imaginar. Estou sozinhoo. Sinto falta de mim em mim." José Luís Peixoto
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Não consigo evitar pensar que estás aqui. E que em qualquer esquina apareces à minha frente. Consigo sentir-te o cheiro, e ver o teu sorriso (não, o teu sorriso só lembrar-me dele, e que saudades!), mas a tua cara nem vê-la, tenho medo de esquecer-me dela.
Não consigo evitar querer ir ter contigo, tenho milhões de coisas que te quero contar. Hoje ascendi e saí da miséria e não me sinto por um segundo mais importante sem ti ao meu lado.
Estarei em erro?
Hoje inundado o ar do frio do costume do Inverno, que insiste em negar a sua própria chegada, com medo de ser visto. E eu quando uma brisa passa a esconder-me por baixo do meu pescoço gelado. Não te consigo ver a saír daquela esquina hoje, sei que não gostas da chuva (e se calhar também porque não estás aqui. Não! É so mesmo da chuva...), e que, quando a chuva vem, tu em casa a querer ir a lado nenhum. Tu e o Iverno andam a jogar às escondidas... Eu cá gosto do Inverno!
Não consigo evitar querer ir ter contigo, tenho milhões de coisas que te quero contar. Hoje ascendi e saí da miséria e não me sinto por um segundo mais importante sem ti ao meu lado.
Estarei em erro?
Hoje inundado o ar do frio do costume do Inverno, que insiste em negar a sua própria chegada, com medo de ser visto. E eu quando uma brisa passa a esconder-me por baixo do meu pescoço gelado. Não te consigo ver a saír daquela esquina hoje, sei que não gostas da chuva (e se calhar também porque não estás aqui. Não! É so mesmo da chuva...), e que, quando a chuva vem, tu em casa a querer ir a lado nenhum. Tu e o Iverno andam a jogar às escondidas... Eu cá gosto do Inverno!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Desligei-me do mundo por breves segundos. Não tenho nada a dizer e não sei do que sofro. Sofro duma vida insípida, inodora, irrelevante. Morro no desejo de mais qualquer coisa, mas um mundo cheio de palavras que não conheço. E eu perdida. Afogada no meu desespero.
Não digo existir, não acordo com a exigência de um legado, todas as memórias de mim, vou-as eu apagando, cada ano, passando a um novo vazio. Gostava de dizer que posso, ou que fasso falta, e, não nego, não faço aqui falta. E agora onde vou?
Não digo existir, não acordo com a exigência de um legado, todas as memórias de mim, vou-as eu apagando, cada ano, passando a um novo vazio. Gostava de dizer que posso, ou que fasso falta, e, não nego, não faço aqui falta. E agora onde vou?
sábado, 14 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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