segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Aquela água quente que insiste a fugir-me da mão. Se a abro por um instante, nem uma gota me fica nos dedos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Não consigo evitar pensar que estás aqui. E que em qualquer esquina apareces à minha frente. Consigo sentir-te o cheiro, e ver o teu sorriso (não, o teu sorriso só lembrar-me dele, e que saudades!), mas a tua cara nem vê-la, tenho medo de esquecer-me dela.
Não consigo evitar querer ir ter contigo, tenho milhões de coisas que te quero contar. Hoje ascendi e saí da miséria e não me sinto por um segundo mais importante sem ti ao meu lado.
Estarei em erro?
Hoje inundado o ar do frio do costume do Inverno, que insiste em negar a sua própria chegada, com medo de ser visto. E eu quando uma brisa passa a esconder-me por baixo do meu pescoço gelado. Não te consigo ver a saír daquela esquina hoje, sei que não gostas da chuva (e se calhar também porque não estás aqui. Não! É so mesmo da chuva...), e que, quando a chuva vem, tu em casa a querer ir a lado nenhum. Tu e o Iverno andam a jogar às escondidas... Eu cá gosto do Inverno!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Desligei-me do mundo por breves segundos. Não tenho nada a dizer e não sei do que sofro. Sofro duma vida insípida, inodora, irrelevante. Morro no desejo de mais qualquer coisa, mas um mundo cheio de palavras que não conheço. E eu perdida. Afogada no meu desespero.
Não digo existir, não acordo com a exigência de um legado, todas as memórias de mim, vou-as eu apagando, cada ano, passando a um novo vazio. Gostava de dizer que posso, ou que fasso falta, e, não nego, não faço aqui falta. E agora onde vou?

sábado, 14 de novembro de 2009

Quase no fim

Ainda falta um bocado...



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Gastei a pequena réstia de energia com uma pastilha elástica.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A recordar tempos que já não voltam

O quanto adorava isto há uns anos...

A sense

A sense
Firmeza