Estou cheia.
Não tolero mais apanhar as agulhas do meu próprio mundo, à procura de um sabor a qualquer coisa. Cansei-me de fingir que existo, e mais do que existir, que me importo, mas não posso mais que isso. Vou a partir de agora, ser mais do mesmo, a fazer as mesmas coisas enquanto alguém estiver a olhar.
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