
A minha vida é transportada de inércia. Não sou se não aquela que observa. Não tomo acção ora por preguiça, ora por medo, ora por falta de vontade. Toda eu sou inércia. As minhas decisões são feitas por aqueles que ainda se importam.
Talvez por isso, o tempo, outrora com variações de andamento, agora viaje tão depressa.
Nem sempre os que se importam são acertados a decidir. Não abdiques, nunca.
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